10. Internacionalização do Hip Hop
O Hip Hop rompeu fronteiras e se espalhou pelo mundo, com cenas locais fortes surgindo no Brasil, França, Japão, África do Sul e muitos outros países. Foto: King Giddra (Japão), Floetry(Inglaterra), Dina Di(Brasil), Suprême NTM(França)


A expansão e internacionalização do rap transformaram o gênero, nascido nas periferias de Nova York na década de 1970, na força musical mais dominante do mundo atualmente, ultrapassando barreiras culturais e linguísticas. No Brasil, o movimento hip-hop consolidou-se como uma potente ferramenta de denúncia social e resistência, evoluindo de uma cena marginalizada nos anos 80 para um dos pilares da indústria criativa nacional
Principais Grupos e Artistas Pioneiros (Anos 80 e início de 90):
Thaíde & DJ Hum: Considerados pilares, destacaram-se na coletânea "Hip Hop Cultura de Rua" (1988).
Racionais MC's: Surgiram no final dos anos 80 (na coletânea "Consciência Black", 1988) e se tornaram o maior grupo de rap do Brasil, retratando a realidade das favelas.
Código 13: Também presentes na coletânea "Hip Hop Cultura de Rua", ajudaram a definir o som do início do rap nacional.
Nelson Triunfo: Embora dançarino de break (pioneiro), foi essencial para a cena e introduziu o movimento Hip Hop em São Paulo, vindo de Pernambuco.
Sampa Crew & Ndee Rap: Apareceram na coletânea "O Som das Ruas".
Sharylaine: Importante voz feminina presente na coletânea "Consciência Black".
Outros nomes marcantes da primeira era (anos 90):
Facção Central: Destaque do gangsta rap a partir de 1995.
Câmbio Negro: Fortes na cena no início dos anos 90.
Visão de Rua: Grupo da Dina Di.
Detentos do Rap e MV Bill: Outros nomes essenciais que ganharam força logo após




Racionais Mc`s
Thaíde & Dj Hum
